sexta-feira, 31 de agosto de 2012

You were my... fuel



Vou ver se durmo antes que meus pesadelos acordem  enquanto meus olhos não se fecham. Vou ver se rezo, se prezo, se defendo ou contesto alguma causa pra tudo isso. Quero saber se há algo que me mostre o porquê de continuar, sei que seu sorriso não é uma das coisas que verei no fim do túnel, tal quanto seu olhar que por mais que eu procure jamais o reencontrarei por essas bandas.            
 A cidade é grande, e quem dera que fosse a única que você pudesse estar, talvez não seja mesmo pra gente se encontrar. Só quero que leve contigo as coisas boas que viveu aqui, quero que escute a mesma musica, eu sei que ela faz lembrar-se de mim. Não vou dizer que quero que fique, ou que volte o mais rápido possível, seria injusto.Mas deixo claro aqui  que sentirei sua falta, lembrarei de você como sempre lembro quando meu cabelo encosta no travesseiro e eu penso que aquele poderia ser seu colo. 
Eu já passei por isso antes, foi até pior, mas sentir falta sempre dói igual, mas cicatriza também. Espero sinceramente que alguém em qualquer lugar do mundo te olhe como eu ti olhei, e que essa pessoa ti mostre um mundo cheio de magia e romance que eu não soube ti mostrar. Bye my fuel.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Um céu de confiança.

   É como em um salto ao ar livre, um perigoso salto, sem proteção, sem paraquedas, quase sem ar e sem pensar você se atira. Como quem não teme a queda, alguém que não crê na gravidade, alguém com sede de adrenalina, alguém que não tem medo da possível dor, ou talvez alguém tão bem iludido nem à imagina.
  Então com uma simples e curta frase seu corpo toca o chão frio, você cai em si, e sem olhar envolta se arrepende, se critica, se irrita, sem nem considerar a hipótese de que aquilo talvez tenha sido o melhor pra você. Afinal aquele chão não dava ar de liberdade, não era tão perto do céu, NÃO ERA O CÉU, não tinha aves voando, era aparentemente muito ruim.
  Mas quando seca o rosto, destapa os olhos, vê que ali não há a liberdade de voar, mas existe a liberdade de escolher, não é tão perto do céu é verdade, mas com um pensamento você chega lá, e as aves?! No céu elas só voam mas fazem seus ninhos aqui, onde é mais seguro, pois o céu é lindo, mágico mas não é um lugar feio para se viver, não você, não agora pelo menos.
  Você aprende que aqui com os pés no chão e um sorriso se tem adrenalina também, e até mesmo o céu por alguns instantes, por que aqui há pessoas que te fazem voar sem sair do lugar, e o mais importante, antes que você salte de novo, ela te dará a mão e como proteção saltará ao seu lado, de mãos dadas com você. Apresentando-lhe o amor, o companheirismo e quando perceber você e ele estarão no mesmo paraquedas para que ele possa te apresentar a confiança.