quarta-feira, 11 de julho de 2012

A brisa de quando anoitece...


  A noite vem e as escolhas à fazer vem a sua cabeça, simples de imaginar o porquê, afinal alguém que passa o dia inteiro agindo por puro impulso sem pensar um segundo, tende tirar a noite para refletir.  Pega o violão, os fones, o cão e se senta na varanda, toca olhando a Lua. Ela se perde entre o que pensa e o que imagina, o que quer que aconteça e o provável, entre as decepções e as saudades, sem se arrepender de nada.   Ela vai até sua cama e se rende a mais uma noite de sono, rezando para não sonhar com ninguém, ela deita e dorme sobre as fotos que sempre ficaram sobre a cama, sem pijama, sem nem ao menos tirar a maquiagem. Ela tem que descansar enquanto a saudade não reage, enquanto o impulso não aparece, enquanto ela não se entristece...

Nenhum comentário:

Postar um comentário